Meu perfil
BRASIL, Mulher, de 20 a 25 anos, Afrikaans, Nepali, Arte e cultura, Música, Viagens, boas histórias, bom humor..tudo
MSN -

Histórico
01/09/2007 a 30/09/2007
01/08/2007 a 31/08/2007
01/06/2007 a 30/06/2007
01/12/2006 a 31/12/2006
01/10/2006 a 31/10/2006
01/08/2006 a 31/08/2006
01/07/2006 a 31/07/2006
01/06/2006 a 30/06/2006
01/05/2006 a 31/05/2006
01/04/2006 a 30/04/2006
01/09/2005 a 30/09/2005
01/07/2005 a 31/07/2005
01/05/2005 a 31/05/2005
01/12/2004 a 31/12/2004
01/11/2004 a 30/11/2004
01/10/2004 a 31/10/2004
01/09/2004 a 30/09/2004
01/08/2004 a 31/08/2004
01/07/2004 a 31/07/2004
01/06/2004 a 30/06/2004
01/05/2004 a 31/05/2004
01/04/2004 a 30/04/2004


Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
CoMVersos (boa literatura)
Circulando (vale a pena!)
No Mínimo
Migalhas.com
Gotas de Casulo (sensível e bem escrito)
UOL
Cadê a Foto?!
Oi Londres!
Focolare!
Procura alguma coisa? Gooooogle it!
Ela fala !!!







O que é isto?

DAS COISAS VERDADEIRAS...

 

   E eis que hoje cruzo com o professor mais "figura" que conheci na faculdade. Não combinava com as formalidades daquele ambiente, por isso sempre o respeitei muito. Típico brinquinho de semente, bigodinho parco, como sempre. Tomando refrigerante na cantina, como sempre.

   Hoje ele me pareceu mais ele. Envolvido pelo ambiente do campus - onde agora está instalada a faculdade de Direito - ele parecia como nunca informal e "nem aí".

   De fato, hoje o vi sem que o redor tivesse aquelas figuras dos mortos-vivos-eternos penduradas na parede da sala de aula, como no prédio da antiga e eterna Faculdade de Direito, a nossa "Jaqueira".

   E me voltaram à mente as loucas (podem pôr "loucas" nisso) aulas de Filosofia do Direito e de Ética. Muitos dos meus amigos viam aquelas aulas como inúteis, tanto como conteúdo quanto como metodologia. Sim, meu professor era (e é, porque o vi hoje igualzinho!) louco.

   Porém, apesar dos muitos discursos altamente apelativos que ele fazia - e que me machucavam algumas vezes -, tirei muitas coisas positivas dessas aulas aparentemente sem propósito.

   O cara maluco-beleza (e não é que eu ouvia mesmo a música tocar na minha cabeça a cada aula?) me colocava pra pensar no conceito de honra - tão defendida pelo nosso ordenamento jurídico! -, no conflito entre perdão e punição penal, na verdade, nas verdades...

   Eis que hoje, ao vê-lo e cumprimentá-lo com um "oi, fessor, agora o senhor deve estar feliz com a gente aqui no campus, né?", e ao receber um sorriso por trás do bigode tímido, pensei no que ele dizia a respeito da verdade.

   Todos queremos ter razão, e aí está a causa dos conflitos...e aí está o incansável trabalho da mente humana em inventar soluções pros conflitos sem fim.

   Dizia então meu fessor - citando algum filósofo de nome pouco interessante, mas de pensamentos bem consistentes - que tudo é verdade, pra quem diz. E, em suma, temos de aprender a respeitar isso.

   É, queridos, em nome da sociedade.

   Ai, fácil falar...

   E me peguei pensando em algumas verdades. Verdades sim, pois são minhas.

   Ou não?!

Assobiar é difícil.

É mais fácil conhecer alguém pelo jeito como este te olha ao apertar tua mão do que pelas mil palavras que se seguem a esse primeiro momento. 

Não vale a pena ter duas caras.

Futebol é chato de ver e de jogar. Mesmo assim, o Botafogo continua sendo meu time do coração. Freud explica?

Na maioria dos casos, é melhor optar pelo mais difícil.

São verdadeiros os temores que esfriam e paralisam todas as veias e artérias quando a gente desconhece o que vai enfrentar.

O medo quente que sinto quando conheço o que vou enfrentar tão perfeitamente que aterroriza, mas move.

A vontade de viver naquela manhã feliz de céu azul, sol amarelo e alma verde. Não, isso ninguém tira.

Música acapella bem harmonizada que parece ressonância dos sentimentos mais profundos e que não se consegue explicar de outra forma.

A confiança daquele pequeno na beira da piscina prestes a se jogar nos braços do pai que está lá na água.

O tempo que se esvai e muitas vezes não vemos... É, não é só Carolina que não vê o tempo passar na janela.

Nem sempre devemos nos impressionar com frases de efeito.

O castelo de cartas que a gente constrói. Verdadeiro enquanto castelo, mais verdadeiro ainda enquanto cartas esparramadas pelo chão após a primeira ventania.

Cantar é preciso. Resmungar nem sempre é preciso.

A alegria emocionada da minha cachorra ao me ver chegar.

Mais verdadeiro que isso só o fato de que ninguém é obrigado a achar que isso é verdadeiro.

Alegria emocionada!

 



 Escrito por Lu Leite às 23:56
[] [envie esta mensagem]



COISAS ESQUISITAS...

   Hoje aconteceu algo esquisito.

   Vi na TV a propaganda de cabelo...em pó! Vocês já viram isso?

   É um pozinho que se despeja nos locais "menos populosos" e tcharaaaan...cabelos! Dizia a vendedora que o pó adere aos fiozinhos finíssimos que ainda restam, engrossando-os, e se forma uma nova "camada", semelhante a cabelo de verdade.

   Eu, estarrecida diante da caixa-da-verdade (é o título que a TV acaba recebendo hoje, né?), não sabia o que dizer! Só pensava nas possibilidades...

   Mergulho em piscina nem pensar.

   (Tchbuuuum!)

- Ai...nada melhor do que um banho nesse dia quente, hein?! 

- Claro...que bom que você se juntou a nós....ei, mas, mas, mas...o que é ISSO?!

- GRITOS - Afastam-se todos da mancha negra que apareceu sem aviso prévio no meio da piscina pra lá de azul -

- Ih...acho que meu cabelo tá derretendo...

   Cafuné também não!

- Acho seu cabelo tão macio e cheiroso...

- Obrigado. Mudei de xampu recentemente. Conheces aquele novo, o...

- Ai, que nojo! O que é isso preto que tá saindo na minha mão? Parece fuligem!

- Ih..deve ter caído quando eu passei debaixo daquela construção lá perto da sua casa...

    Eita! Com esses tipos de pensamentos eu perco totalmente a credibilidade.

   Mas a culpa realmente não foi minha...concordem que "cabelo em pó" é um produto impressionante!

   Aliás, as vendas televisionadas parecem concentrar tudo que o que há de mais incrível no mundo do consumismo.

   Eu, por exemplo, sou maluca por aquele sofá-cama inflável que pode servir de colchão pra piscina, de apoio...e salva a gente nas emergências! "Que emergências?", você pergunta.

   Permita-me responder com toda convicção: "Não sei!".

   É...esses programas fazem a gente criar falsas necessidades. Pelo menos desse sofá-cama, do super-mix que tritura até iceberg, do conjunto de cama que combina com tudo, e do cabelo em pó eu sei que não estou precisando!

   Talvez precisasse desse último uma conhecida que, por nervosismo, arrancava os cabelos aos poucos, e acabava com grandes "clareiras" no topo da cabeça...É! Mas isso é capítulo para um outro post sem nexo.

   Sem nexo. Nem tanto, né? Tem nexo, mas não merece tanta atenção das "almas sensíveis" que olham na Lupa de vez em quando.

   Almas sensíveis, não se impressionem.

   Impressionada estou eu. Cabelo em pó!

   Queria ver uma solução pra isso...!

    Falando em "falsas necessidades", eis que topei dia desses com um site muito hilário a respeito. Tem umas coisas interessantes. Quer ver?!



 Escrito por Lu Leite às 17:09
[] [envie esta mensagem]



CANÇÃO COM UM "QUÊ" DE IDEALISMO (E OUTRO DE MELANCOLIA)...

Gente só...

Gente Só

Sofrido é o desejo de ter esperança

Sonhar que o sonho se alcança

Suada é a vontade de sempre querer

A terra de amor envolver

Querer buscar a felicidade

Querer achar, ainda, a verdade

Mas o que somos nós,

Grãos de areia num deserto incerto?

Mas o que somos nós?

Gente só, gente só.

Mas o que somos nós,

Gotas perdidas em um mar aberto?

Mas o que somos nós?

Gente só, gente só.

Sofrido é o desejo de querer tão somente

Um dia encontrar algo mais potente...

Sofrido é o desejo de querer tão somente

Um dia encontrar...

Mas o que somos nós,

Grãos de areia num deserto incerto?

Mas o que somos nós?

Gente só, gente só.

Mas o qus somos nós,

Gotas perdidas em um mar aberto?

Mas o que somos nós?

Gente só, gente só.

 Deserto incerto...

O que é ser "gente só" pra você? Colabore com a minha pesquisa!



 Escrito por Lu Leite às 22:46
[] [envie esta mensagem]



SONHOS GRANDES

People killin', people dyin' Pessoas matando, pessoas morrendo
Children hurt and you hear them cryin' Crianças feridas e dá pra ouvi-las chorando
Can you practice what you preach Você é capaz de praticar o que prega?
And would you turn the other cheek E você daria a outra face?

Father, Father, Father help us Pai, Pai, Pai, ajude-nos
Send some guidance from above
Mande alguma diretiz daí de cima
'Cause people got me, got me questionin' Porque as pessoas ficam me questionando
Where is the love
Onde está o amor

(Where is the love - Black Eyed Peas) ... recomendo!

 

   Acho que o lance de gostar tem realmente a ver com a "identificação".

   Resumindo: gosto dessa música, muito.

   Fico feliz por ainda ser balançada por questionamentos, provocações e críticas...sinal de que é possível que os homens de lata recebam corações, mesmo longe de Oz. Tá, tá...não sou tão "homem-de-lata" assim, mas - convenhamos - diante de tanta desesperança me pego às vezes com o coração, se não ausente, despedaçado.

   Aos fatos:

   No domingo, lá estava eu na missa, no momento em que uma frase em especial ressoa nos ouvidos e na alma:

"Sonhos pequenos não nos mudam em muita coisa, mas sonhos grandes nos fazem querer levantar da cama todas as manhãs."

   Era o padre citando algum escritor que não me lembro agora. Sei que gostei demais.

   Pus-me logo a pensar no meu modo de amanhecer, que nem sempre é agradável. Eu deveria, sem dúvidas, dormir mais (não espalhem...são ambições frustradas!).  Porém, mesmo com as dificuldades pra acordar, ainda tenho esperança de fazer desse dia uma "obra-prima"...tolice, se poderia dizer, mas é meu modo de sonhar grande.

   Conversando com um amigo, vimos que sonhar grande pode siginficar muitas coisas. Questão de parâmetro. Pra uns, terminar a faculdade; pra outros, casar-se; pra outros, fazer carreira e conquistar a cada vez mais rara "estabilidade financeira"...muitos, muitos sonhos grandes, enormes...quem sou eu para medir? E são esses sonhos que nos fazem querer acordar de manhã.

   No dia anterior àquele em que ouvi tão incisiva frase, participei de uma manifestação em que vi claro, como nunca, aquele sonho - que pra mim é grande - que me faz levantar todas as manhãs, apesar do sono.

   Vi já concreto diante dos olhos vidas que contribuem para um mundo melhor, mais unido. E vi tudo isso concretizado já, em pequena escala, mas real. E toda essa "grandiosa pequenez" me falou baixinho ao coração: "É por isso...é por isso...vale a pena, tá vendo?".

   É...meu sonho grande é um mundo melhor. Porém não seria "o" sonho grande (o que faz a gente levantar todas as manhãs) se eu não pudesse experimentar a cada dia quão "concretizável" e possível de se realizar ele é. É um exercício constante, mas plenamente possível.

   Essas "porções de sonhos grandes" concatenadas com outras porções semelhantes são capazes de revoluções...e essas são as revoluções que realmente perduram, pois são as que partem da revolução pessoal, em pequena escala, portanto.

   Tudo isso para dizer que nesse meu sonho grande encontro a resposta ao "where is the love?" da canção. E para responder a essa interpelação - que tantas vezes me fazem (...people got me, got me questionin' ...) - é que levanto todas as manhãs.

   Where is the love? Se eu acredito que ainda existe amor, e que ele se esconde nas pequenas coisas do dia-a-dia, onde ele está se não o vejo por aí? Em mim, ora bolas! E é em mim que devo procurar.

   Por isso acordo - friso o "apesar do sono" -, levanto, sorrio, falo, calo, estudo, trabalho, erro, me chateio, recomeço, ... pra responder a esse questionamento que já me fiz tantas vezes.

   O amor existe. Eu acredito.

   Esse é meu sonho grande, por mais piegas que pareça. E acredite ou não, é real.

   Por isso me levanto todas as manhãs. Apesar do sono.

 

Deixe sua marca!

  



 Escrito por Lu Leite às 22:00
[] [envie esta mensagem]



SAUDADE DOS PRIMOS RICOS

  Estou beirando a depressão.
  Drama, claro, mas estou um pouco triste.
  Tiraram a RTP, TV Portuguesa, da rede de programação da TV a cabo...E sabe o pior? Sem me consultar!
  Tão rindo é? Eu gostava...diversos motivos estúpidos, mas gostava.
   Era divertido ficar tentando entender a língua-tão-nossa pela qual sou tão encantada em outras bocas.

   Bocas do além-mar. Era ver a língua portuguesa em versão original, sem remasterização.
   Ao mesmo tempo, conseguia perceber os traços de personalidade típicos dos patrícios. O sotaque condiz
totalmente, e essas pequenas descobertas eu adorava fazer.
   Momentos em que eu me sentia o próprio Vasco da Gama, Gil Eanes, e mesmo o Cabral...os carinhas da
escola, tão íntimos e tão distantes. Descobrindo, descobrindo...

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
 
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem de passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu. 

   Fernando Pessoa (Mar Português, Mensagem)

                             

   A música deles é boa. Cara...descobri que não era só fado! E de vez em quando me pegava cantarolando minhas descobertas musicais, e aprendi até a cantar com sotaque.
   E por falar em música, o "Fama" deles se chamava "Operação Triunfo" - tradução literal do "Operación
Triunfo" da Espanha. Aliás, conste que os portugueses são famosíssimos por suas traduções ao pé-da-letra que muitas vezes ficam muito ridículas. Como a gente gosta de rir deles!

   "Operação Triunfo" - OT, para os íntimos - soava muito esquisito pra mim, devo dizer. Porém, consegui me encantar pelo programa de uma tal forma que nenhuma versão do nosso "Fama" conseguiu superar no meu IBOPE. A OT tinha a vantagem de me pegar em um horário intermediário entre a chegada do trabalho e a saída pra aula, uma meia-hora que valia muito a pena!
   Era tudo feito com tamanho cuidado, dedicação, conteúdo, que não dava pra não se encantar. Lá estavam
eles, tão afinados, tão dedicados, tão simples ao mesmo tempo...tão europeus! É, de fato estavam ali os primos ricos, mas que eu via - como nunca - "primos"!

   Vê-se que não vale de nada mesmo o meu IBOPE. Cortaram minha programação sem me consultar! Ai, absurdos da modernidade...Ai! E não consigo dizer esse "ai" sem imaginar um "ai à la portuguesa", bem caprichado.

   Ó, céus...como ficarão meus ais?
   Tô triste, pois.



 Escrito por Lu Leite às 11:39
[] [envie esta mensagem]



FICÇÃO DE UMA DISCUSSÃO SILENCIOSA

   Naquele noite ele havia sonhado azul e cinza...previsão de temporal.
  Saiu de casa já chateado, sem motivo aparente. Pegou um casaco mais quente e um boné, pôs tudo no carro
e quase voou. Se pudesse, teria voado. Tinha pressa.
   Destino: casa dela. Temporal.
   Uma absurda vontade de brigar de gritar, trovões e relâmpagos.
  
   Eram de fato um "par ímpar". Estampavam na testa as contradições que aquele relacionamento criava.
   Diante da casa, hesitação. Abre o portão quem? Ela, o cerne, a mira, a causa, o xis.
   - Silêncio -
  
   Um silêncio verde, se poderia dizer. Verde como o redor, verde como um enjôo, verde como o silêncio
vazio de quando se tem muito a dizer.

   O cérebro dele mandava trovejar, mas tinha um olhar de súplica.
   Ela, inerte, não sabia do temporal, sequer se tinha preparado. Não tinha, como ele, se agasalhado;
usava uma blusa de algodão azul com flores brancas, pequenas.
   Os sapatos de frente uns pros outros pareciam colados no chão com chiclete. Melhor assim. Melhor do que
 ficarem se batendo ritmadamente revelando toda a tensão que rondava aqueles que os calçavam.

   Ele queria falar. A boca se contorcia tanto que o cantinho chegava a tremer.
   Ela ria meio sem graça...não sabia do temporal. Coitada.
   Ele queria dizer, queria ardentemente. O ardor consumia do fígado aos tornozelos.
   Queria pedir pra ela devolver todos os seus CDs, que agora pareciam mais importantes do que estar ali
em frente ao portão na quarta-feira.
   Aliás, tudo que era dele parecia ser mais importante do que estar ali. E era essa desimportância que
ele queria gritar.
   Queria clamar que ela se salvasse, que salvasse as lembranças boas, que...
   A essa altura, nesse abismo de silêncios, os olhos morenos dela suplicavam por um abraço, um suspiro, um
movimento que fosse. E nada.
   Não pôde.
   Baixou a cabeça, piscou longamente. Volveu-se ao carro. Olhou concentrado pra porta com as chaves na
mão.
   Ela esperava que agora ele a olhasse sendo ele mesmo. E que falasse.
   Não falou, não olhou. Mesmo assim, ela entendeu tudo, tudo...entrou em casa com ar de solidão profunda
e desesperança.
   Cabeça ainda baixa, ele abriu a porta pra qual ainda olhava, entrou, bateu devagar.

   Perdeu-se o momento. Fugiu. Correu. Foi-se.
   Discordava do Chico, ele. Quem disse que é melhor sofrer em dó menor? É melhor sofrer calado. 
   - Sê forte -

Devasteded

Devasteded too...



 Escrito por Lu Leite às 22:22
[] [envie esta mensagem]



[ ver mensagens anteriores ]